domingo, 20 de janeiro de 2019

Questões ao Serd ivino


Expor mil questões a Deus passou a ser a minha prioridade na vida!
Desde o ano de 1992 que ficou assente que a descoberta de um método de diálogo com o Ser divino era demasiado precioso para se ocultar ou não desenvolvermos sobre ele uma séria investigação. 
Continuaremos a fazer as mais diversas perguntas, verificando que as respostas são claras e passaram a ser constantes, jamais poderá continuar a acreditar em meros acasos.
Estes diálogos tornaram-se sincronias entre o seu desejo de conhecer o pensamento divino e o d'Ele querer responder.
Qualquer pessoa pode testar e verificar, pois aqui não se trata de uma coincidência acidental, ou de apenas palavras, mas depois também surge o acontecimento.
Sincronismo é um conjunto de ações sucessivas que o tempo não muda mas confirma.
Você só deve acreditar que as respostas estão bem interpretadas se o acontecimento o confirmar.
Que os humanos se unam no estudo dos métodos de diálogo entre nós e Ele!
Note o quanto este assunto é demasiado importante. Toda a informação que vier diretamente d'Ele, para nós, é o fruto da Árvore da Vida.  Deus pode devolver-nos o fruto da Árvore da ciência da Vida que nos foi tirada desde o Éden.
As respostas obtidas, os sonhos que depois passaram a ser muitos, o vão inspiravar a escrever frases. 
Você poderá contribuir e as enviar para as colocarmos nos nossos sistemas aleatórios.
Comece a divulgar às pessoas o que sabe, incentive-as para que façam as suas experiências consultando-O e milhares também conseguirão respostas claras. Ficará maravilhado como as suas frases darão ajuda a muitos. Assim como as respostas que todos no nosso dia a dia vamos criando.
Continuaremos a construir uma base de dados com um interminável número e verá como os sistemas aleatórios são para si uma fonte inesgotável de proteção divina.
Criámos um clube de escrita, para registar as vivências de todos O seu legado tem um valor imensurável ao se preocupar com o estudo da escrita vinda de um Ser que passamos a verificar estar omnipatente para toda a Humanidade
Uma vez que esta interlocução se inicie, é importante mantê-la e que as pessoas se reúnam nesta investigação e no conhecimento da parte d'Ele.
Depois de milhares de perguntas e respostas claras iremos entender o pensamento divino e descobrir que são muitas as coisas que as pessoas nos ensinaram, mas que Ele não aprova. E que são ou foram muitos os nossos equivocos.
Quando os avisos d'Ele se fazem por palavras, o sofrimento torna-se cada vez mais escasso. Ponderando com Ele, conseguimos vencer melhor todos os obstáculos.
cartao.card@gmail.com
http://www.luzdeusa.com/2015/04/english-section.html

sábado, 19 de janeiro de 2019

AS 3 REGRAS QUE...





A meu ver existem três regras que nos fazem úteis para o mundo e prolongam a nossa vida e nos fazem alcançar a nossa missão; são as seguintes:

1º Regra: Nada sabemos!

- Reconhecer as nossas falhas e falta de sabedoria:
Lembrar a frase:
“Só sei que nada sei” ou
“só sei uma coisa, é que nada sei”. O que quer dizer que quanto mais aprendemos na escola da vida, mais conscientes estamos que muito pouco sabemos.
Ou também que:
“Não podemos saber nada com certezas absolutas!”
É neste estado de consciência que constantemente e sofregamente estamos procurando a sabedoria, mas ainda assim não a conseguimos achar em lugar algum.  
Quando isto se reconhecer, não estaremos julgando ou acusando os outros.
Quando não julgamos nem acusamos os outros e procuramos identificar as nossas lacunas, iremos entender que para cada acontecimento existiu uma causa originada pela nossa ação.
Ao procurarmos reconhecer o nosso erro, estaremos ocupando o nosso espaço mental a raciocinar como mudar, dando passos largos para um aperfeiçoamento e entendendo as nossas vivencias diárias. Isto será útil para não repetirmos os mesmos erros e reduzirmos os sacrifícios.

 2º Regra - Decisões precipitadas!

Evitar fazer decisões sem antes procurar escutar os mais variados conselheiros. O arco-íris é lindo porque tem cores diferentes e harmoniosamente unidas. Procure conhecer pensamentos contraditórios.
É importante fazer uma dialética, o que é, para a maioria, um exercício bastante difícil. Isto significa tentar pensar de várias formas contraditórias. Assim o nosso cérebro irá se tornar muito criativo na resolução de problemas difíceis e acaba por encontrar uma solução inesperada, que nunca iria encontrar ao deixarmos formatar o cérebro com apenas um raciocínio: geralmente o inicial é sempre irreal. Quando só conseguimos raciocinar de uma forma ou se tivermos dificuldade em escutar os outros ou em criar pensamentos contraditórios aos iniciais, quase sempre os primeiros raciocínios se originam dos mitos, as ações passam a ser robotizadas e nossas práticas se tornam obsessões.  
  
3º Regra – Cuide-se e fuja da escravidão!

Você é humano ou robô inserido num sistema criado por alguém? Se não o quer ser, então é importante fazer constantes retiros para cuidar da mente e do corpo.
- Fazer uma dieta mental e física.
 - Comer muitos alimentos crus e também não comer sempre os mesmos alimentos.
- Pense que grande parte dos alimentos ingeridos são como drogas viciantes. Então é preciso interromper, fazer uma pausa para que o nosso organismo não fique cansado de se defender das agressões que a nossa alimentação lhe está causando.
Assim também existem constantes agressões à nossa mente. Pense sozinho, sem escutar discursos, televisão, radio, publicidade. Faça um bloqueio regular aos e-mails publicitários que só o fazem perder tempo.
Fuja de seguir as multidões. Seja diferente, faça algo diferente, não se meta em bandos, mude de trajeto ou siga caminhos diferentes!
Fuja das influências do mundo, do consumismo e da ideia que os projetos materiais lhe trarão felicidade.  Não seja como os bruxos adivinhos do futuro. Pense que repentinamente tudo muda e que tudo é incerteza. Esteja em constante preparo para uma repentina mudança.
- Não seja escravo do mundo. Seja minimalista, pois você não precisa de tudo o que a sua mente lhe pede: tanto no campo material, como no intelectual ou no espiritual. Selecione o conhecimento; é muito vulgar de todos os lados aparecerem conhecimentos querendo entrar na sua mente e depois não lhe sobra espaço mental para raciocinar sozinho.    
Não faça despesas nem assuma compromissos que depois vai ser difícil os abandonar e que o vão sacrificar por muitos anos.  

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Palavras de Crianças! Borra Botas!


         Educando a criança a agir diante dos outros...



Meus pais estavam em pé de guerra e a todo instante se agredindo um ao outro.  

Nós tínhamos um pequeno jardim que meu pai gostava de cuidar.

Vivíamos em Moçambique, eu devia ter uns 5 anos e escutei minha mãe zangada dizendo:

Lá vem o senhor Borra-Botas!

Eu perguntei porque ela chamava isso ao meu pai, ela respondeu que era porque sempre que voltava do jardim não limpava as botas. 
Mas me avisou para eu não falar disso em frente dele.
Eu sempre tive um grande defeito até hoje: quando estou pensando algo de alguém, fico doente se não digo o que penso.

Eu sempre que olhava para meu pai pensava no nome Borra Botas e sentia muita vontade de dizer isso para ele. Eu me lembro o quanto me refreava de o dizer. Eu comecei a ter medo de me descuidar e dizê-lo porque meu pai iria ficar bravo com a minha mãe.
Meu pai não deixava que nós conversássemos à hora das refeições, a ordem era sagrada:
Todos deveríamos comer em silêncio.

Se alguém abria a boca ele dava um grito para nos calarmos.

Mas eu sempre era a que me descuidava.

Um dia, como sempre, estava toda a família a almoçar em silêncio e eu olhei para meu pai e dei um grito:

Borra Botas!

Neste instante, olhei para a minha mãe e vi que a assustei por lhe ver um semblante aterrorizado!

Mas, meu pai, na vez de se zangar, deu uma gargalhada com o que eu tinha falado, coisa que era quase impossível!
Ele riu porque nos viu todos assustados pensando que meu pai se zangaria com o meu grito.

Mas o meu pai deu esta gargalhada porque nunca imaginaria que essa palavra era para ele e que tinha sido a minha mãe a chamá-lo assim.

Eu gostava muito de ler livros de bonecos aos quadradinhos e ele pensou que esse nome vinha de alguma história que eu tinha lido.

Nunca chegou a saber mais sobre a história e minha mãe não me ralhou e nunca mais me falou sobre o assunto para que eu não voltasse a pensar nele e me descuidasse a revelar algum segredo.