domingo, 15 de abril de 2018

A Separação e

De Coimbra Portugal para Noruega Oslo 4h. 
De Oslo para Skien 1 h

De Oslo para Alesund ou More Og Romsdal 7h. de caminho e aventuras...


O TEMPO PASSA, O HOMEM TEME, CHORA! 
MAS AS PROMESSAS DIVINAS SE CUMPREM!


Como faço sempre antes de iniciar uma escrita peço um conselho a Deus abrindo um livro ao acaso. 

Desta vez procurei conselho num texto bíblico e o acaso me deu um relato que me deixou espantada com a precisão da resposta.

O texto tinha tudo a ver com este relato, eu pedia conselho para saber se Deus concordava que eu o revelasse ao mundo ou se o podia escrever num livro:

Este é o link com a descrição de texto de Jó 33:16 até ao versículo 26



 https://www.bible.com/pt-PT/bible/211/job.33.18.ntlh


Repare como aquilo que vou contar revela uma plena concordância com as palavras do livro de Jó 33: 16.

Ao ler as palavras de Jó, não me resta qualquer dúvida que Deus continua a agir, hoje, como agia com os nossos antepassados: 
Deus deseja dialogar com os humanos, hoje e sempre.
Se por alguma razão não proceder assim consigo é porque o modo de agir d’Ele depende do modo de agir de cada humano, da nossa personalidade e da nossa busca por entender o Seu pensamento. Deus não é parcial, Ele fala com todos. Porém, alguns estão mais atentos ou mais recetivos às Suas mensagens.
Nada acontece por acaso, mas Ele sabe governar com os Seus princípios justos.   
Jó 33:14 descreve:
- Deus fala uma e duas vezes de muitos modos; por vezes, ninguém fica atento às Suas manifestações.         

Os relatos da nossa história:

No dia 12 de Novembro eu iniciei uma viagem com a Alexandra em direção à Noruega. O objetivo foi a nossa luta pela sua vida: a recuperação física, intelectual e espiritual, assim como o seu bem-estar emocional, pois em Portugal, há cerca de 15 anos, que a saúde dela se tem vindo a deteriorar.

A história é longa e dava um livro de centenas de páginas.

Tudo começou antes do ano 2000 quando meu filho Ruben conheceu um colega de trabalho e sua esposa a Alexandra. Anos depois a Alexandra separou-se do marido. Nessa altura eu vim para Coimbra e meu filho Ruben veio comigo e resolveu visitá-los. Eles estavam separados e assim o Ruben iniciou um namoro com a Alexandra, a ex-esposa do colega.

O relacionamento deles foi muito conturbado e os problemas de saúde da Alexandra cada dia estavam se agravando. Nesse tempo o meu filho devia estar a estudar, no entanto por causa no namoro, ele procurou trabalho.
Eles viveram juntos e ao longo destes 15 anos, sem interrupção, viveram dependentes de mim financeiramente.
O Rúben nunca conseguia arranjar trabalho porque dizia ter que estar junto da Alexandra, para cuidar da sua saúde, no entanto ela sempre piorava, eram as únicas notícias que ele me dava.

Embora eles vivessem perto e eu a sustentá-los, o Ruben e a Alexandra viviam isolados, tanto do mundo como de mim. Meu filho tinha pavor que eu conversasse com ela.    

O ano passado, em 2013, o Ruben disse que a Alexandra estava muito mal, a poucos dias da morte.
No entanto, nesse mesmo dia tive um sonho onde Deus me dizia que ela iria recuperar dessa doença, doença esta que a foi debilitando cada dia mais, ao longo de mais de 15 anos. 

Fiquei admirada e embora meus sonhos venham sempre a mostrar uma realidade no futuro, neste eu estava pouco convicta de ser real.

  - No sonho eu via a Alexandra caminhar por uma estrada larga cheia de grandes árvores. Ela estava completamente recuperada e ao seu lado ia um rapaz, parecia marido ou namorado. Ele era uma pessoa com bom porte, tinha um aspeto que não era Português. Eu vi que ela estava orgulhosa com essa pessoa por ser um homem importante.
Então eu perguntei a Deus: Como é possível ela recuperar e casar com uma pessoa assim tão importante?
Então a resposta de Deus foi:
 - Repara no modo de ele se vestir! Isso vai acontecer porque esse homem fui Eu que o enviei.
 - Eu fiquei a observá-los a andar pela estrada fora.
 - Então alguém que estava ao meu lado comentou:
Repara como ele está vestido como um ser honrado para fazer belos trabalhos para Deus.   

Ainda não vira a realidade e como poderia dar uma verdadeira interpretação a este sonho.
Parecia ficção pois naquele momento ela estava demasiado debilitada para este sonho ter algo de real.

Meu filho não me deixava ir visitar a Alexandra e depois deste sonho fiquei muito tempo sem saber notícias sobre o estado de saúde dela. No final de Outubro de 2014, há um mês, ele conta-me:

 - A Alexandra vai para a Noruega para casa de umas pessoas religiosas.
 - Como? Mas dizias que Alexandra estava tão mal que nem podia andar?
 - Eles vêm cá buscá-la de carro.
 - Pessoas que conheceste apenas pela internet vêm da Noruega para Portugal de carro? Isso me parece um filme de ficção!
No entanto logo veio à minha memória o sonho de há um ano atrás e respondi:

- Ela vai recuperar e vai se dar muito bem por lá! Eu sonhei que ela caminhava numa estrada linda, ia com um rapaz de Deus. Ela estava muito feliz e orgulhosa dessa pessoa que ia ao seu lado!

Senti que meu filho estava a ficar com um ar rancoroso e tive que interromper a conversa.

Uma semana depois, no início de Novembro fui a uma loja chinesa, mas o que eu queria eles não tinham. Quando vinha embora, qual o meu espanto quando me deparei com a Alexandra na loja. Estava muito magra e com ar debilitado. Não acreditava que ela pudesse arranjar forças para estar ali sozinha sem o apoio de alguém.

Conversamos alguns minutos, ela disse que estava a se sentir mal que tinha saído para comprar algumas coisas para levar para a Noruega. Mostrou-me um bonequinho que era para pendurar na chave da sua nova casa. Mostrou-me uma foto com a casa e a fotografia do jovem com que ia viver.
Ela estava ali se esforçando fisicamente, o que a movia era o seu sonho. Apenas um sonho acordada.

Estava escutando-a e me arrepiava de emoção. Aquele sonho dela, que na realidade parecia impossível, era agora mais que nunca condizente com o sonho onírico que eu tinha tido há um ano atrás.
O Ruben não me tinha revelado que era um rapaz, mas dizia ser uma família que a vinha buscar.
No entanto as fotos que ela me mostrava, eram realmente a prova da existência do rapaz do meu sonho. Os sentimentos dela por aquele rapaz eram precisamente os sentimentos que o meu sonho descrevia.





Mas por que razão Deus me tinha dado a mim aquele sonho? Porquê neste tempo eu a encontrei? Qual o meu papel neste assunto? Naquele momento eu ainda não o sabia.

Ofereci-me para ir levar a Alexandra a casa, não apenas por a ver ali debilitada como porque queria ficar com o contato dela para saber o desfecho daquela história, da qual Deus me tinha avisado tão antecipadamente.

No caminho a Alexandra disse que o rapaz Nathaniel (rapaz do meu sonho) viria busca-la de carro. Que ainda não tinha tirado o passaporte e que o cão iria com eles no carro.

Fiquei estupefacta! Parecia um sonho irreal, uma loucura romântica.
Contudo meus sonhos oníricos sempre acabavam por ser mais reais que aquilo que as pessoas supõem.

Era uma sexta-feira. Passei o fim de semana com o meu cérebro eufórico e a pensar que eu tinha que a ajudar.
Segunda-feira liguei e disse para ela:
 - Alexandra, tu tens o boneco para colocar na chave da tua nova casa e dizes que no dia 15 deste mês vais embora. Para isso temos que ir já hoje tirar o passaporte, pois ele vai demorar muito e já não poderás ir no dia 15. A Alexandra tinha combinado com o Nathaniel para ir no dia 15 porque era nesse dia que os médicos tinham marcado para ela ser operada e estava aterrorizada com essa hipótese!
Fiquei assustada! Eu tinha que agir rapidamente! Se ela não saísse do país assinaria a sua morte!

Aqui também se pode aplicar o texto de Jó que me tinha saído ao acaso
Que diz:
Jó 33:15 Deus fala ao homem, em sonhos ou em visões noturnas, quando cai num profundo sono quando adormece na cama.     
Jó 33:16 Então Deus revela ao ouvido desse homem, e lhe sela a sua instrução,        
Jó 33:17 Para apartar o homem do mal que pode fazer, para desviar o homem da sua ingloriosa soberba.
Jó 33:18 Deus lhe fala para desviar a sua alma das armadilhas e não deixa que o joguem na sepultura. Deus o aceitará de novo e para proteção lhe falará! Deus o aceitará de novo.
Jó 33:19 Se antes houve doenças, com fortes dores que não passam. Se na sua doença perde o apetite e não pode comer as comidas mais gostosas.
Jó 33: 21 Ele emagreceu, vai se acabando e no fim vira pele e osso.
Jó 33: 22 se ele esteve às portas da morte e teme que logo seja levado para a sepultura.
Jó 33: 23 então pode ser que ele venha a ser socorrido por um anjo, um dos milhares de anjos de Deus, que ensinam a gente a fazer o que é certo.
Jó 33: 24 Então esse anjo terá pena dele e pedirá orientação a Deus. Por fim solta-o! Ele age pois não quer que venha a descer ao mundo dos mortos. Seu anjo dá assim um pagamento do seu resgate.
Jó 33: 25 Então conseguirão que esse homem terá saúde novamente. Que seu corpo venha a ser de novo forte como era na juventude.
Jó 33: 26. Resta apenas um passado com uma dolorosa experiência, mas agora quando orar, Deus lhe responderá. Este homem O adorará com alegria!

No dia 11 de Novembro de 2014 antes de sairmos para a viagem, ao deitar peguei numas das 77 cartas que estavam na minha estante descritas como Tarô dourado e ao perguntar se a Alexandra ia se dar bem na Noruega e se ia recuperar, saiu a carta 4 espadas que de acordo com o livro significa:

- A saúde melhorando, prevê um refúgio. Também significa uma grande capacidade ou interesse de alguém por uma causa justa. 

Fala sobre assuntos relativos aos bens materiais e de prosperidade.


Mais uma vez pude confirmar que como Jó dizia: 
Deus fala ao homem de vários modos. 

O meu bebé Ruben...


Antes de casar com o pai do Rúben tive um sonho que iria ter um filho no primeiro casamento e que íamos nos separar. 


Quando nasceu o Rúben era um menino muito chorão e esteve muito mal com diarreias, porque eu não tinha leite e ele se deu mal com os outros leites.

Para saber que nome lhe iria dar, abri a bíblia ao acaso e saiu no velho testamento o nome de Rúben. 

Depois também coloquei o nome de Ismael que em hebraico significa "Deus ouve". 
Dizia eu que assim com este nome o meu filho iria se lembrar que Deus realmente escuta e responde ao homem. 

Assim passei a chama-lo de Rubi. O que eu não sabia era que esse Rubi iria me custar uma fortuna.   

Segundo a história bíblica o rubi foi o símbolo da tribo que Ruben era cabeça. 

Rúben foi o primogénito dos 12 filhos de Jacó. Sua mãe foi a Lia.

As historias que envolvem Rúben estão em: Génesis 35:23-26, Génesis 37:18-30, Génesis 42:9-14, 21, 22. Génesis 49:3-4; 

Ruben, tal como diz a historia bíblica, por causa da sua impetuosidades (destruidora como as enxurradas das águas) perde os privilégios de ser um grande líder entre todos os seus irmãos (pois foi o primogénito) preferindo se tornar um simples pastor de ovelhas.  

Em Génesis 35:22. Números 32:1-33.

Conta que Rubem deixou-se levar pelo ódio no entanto depois repensou conseguindo mostrar-se inocente dizendo que não tinha participado no complô contra a vida de José, seu irmão mais novo. 


Ruben é um "menino" desprevenido ou que ama expor-se às tempestades.





Estudar?

Desde pequeno era difícil ele aceitar que tinha que fazer os deveres da escola. Ele até aprendia quase sem estudar.  



Como desde pequeno ele tinha um feitio difícil e eu tinha feito uma jura que não o iria repreender com violência a única maneira que eu tinha de ele estudar era fecha-lo dentro do quarto.
Mas ele não se chateava com isso, parece que gostava de lá ficar. Por fim eu queria que ele saísse para passear e ele começou a se isolar.
Até que um dia arranjou um amigo que fazia desenhos e então fiquei feliz por ele ter um amigo e sair de casa.  
Foram muito amigos por vários anos.
Nesta altura ele vivia em Albergaria-a-Velha comigo. Mas o amigo cresceu e foi para o Porto trabalhar a fazer pão numa pastelaria da família. 

O Rúben não quis continuar a estudar. Como eu vi que meu filho estava sem amigos, eu aluguei uma casa para o Rúben ficar perto do amigo no Porto.
Ele estava nessa casa sozinho e o Rúben tinha a casa dele a poucos passos da casa do amigo.
Eles se juntavam para fazer desenhos.
Eu pagava a renda da casa e eu também pagava as refeições do Rúben num restaurante vegetariano, pois o Rúben nesta altura virou vegetariano vegano. 
Mas como eu não podia suportar tantas despesas o Rúben arranjou um trabalho em uma pizzeria.

Depois o amigo e a família do amigo foi viver para a Inglaterra e como já não tinha mais amigos no Porto o Rúben voltou a vir viver para a minha casa.
Depois foi viver para a casa da Lena a minha irmã e a trabalhar numa outra pizzeria em Coimbra. 
Aqui nesta cidade também esteve a trabalhar numa empresa de computadores. Mas ficou lá pouco tempo pois o Rúben não ia para casa dormir e ficava a noite toda na empresa a fazer outros trabalhos para ele, por isto foi despedido. 
Em casa da minha irmã Lena havia muita guerra e o Rúben contou que as minhas irmãs lhe batiam. Ele tinha neste tempo quase 20 anos. 
Por um tempo o Rúben esteve a viver em um hotel que eu paguei mas no ano 2000 o Rúben foi viver para a casa da Alexandra que era a esposa de um amigo, mas ela estava agora separado do marido. 

A parte seguinte está em "namoro com a Alexandra".    

    

Meu querido Ruben, meu filho amado! Meu erro ainda não foi saldado! Mas será quando de novo nos encontrarmos!


                               https://youtu.be/pYMuZTeQbfk?si=1QsDYckxjKGfRYNP

 


Rúben a rir ao lado esquerdo e o Pedro muito sério ao lado direito


Constantemente o Ruben me acusa de quando era pequeno ele não ter estado comigo. E isto sempre esteve na sua mente é a minha não presença!
Mas eu sempre pensava nele e quando tinha um tempo sempre que podia ele vinha viver comigo.

Tinha o Rúben 2 anos quando a primeira vez me separei ao pai dele. 
Então ele teve que ir ficar um tempo com os avós, enquanto eu organizava a minha vida. 
Mas enquanto ele estava em casa dos avós não passava mais de duas semanas que eu o ir ver. Aos cinco anos o meu filho foi viver comigo.

Não sei se foi por ele ser educado com o ódio que os meus pais tinham contra mim, e meu querido filho Rúben foi influenciado pelos erros deles

Quando ele ia para o jardim escola as senhoras da escola me vinham contar que depois de eu estar cá fora na rua o Rúben ficava à porta a gritar falava de mim:
- Sua puta! Eu não quero ficar aqui sua puta!

Ele não dizia isso quando eu estava a entrega-lo às senhoras ele falava só isto só depois de eu ir embora.

Outras vezes quando entravamos na nossa casa ele repentinamente mudava a personalidade e pegava nos meus sapatos e me batia com toda a força. 
Num estante para o outro, parecendo sem qualquer razão ele parecia um menino selvagem e mesmo com 5 e 6 anos de idade ele tinha tanta força  querendo me atacar e eu ficava espantada e eu nunca bati ao meu filho porque pensava que se eu lhe batia ele fica mais violento e eu não me zangava nem lhe batia para eu não ser responsável da violência que ele pudesse gerar no seu intimo.  

O filho da minha irmã o Pedro, que era da mesma idade que o Rúben algumas vezes estava presente e chegava a falar que eu era muito paciente com o Rúben. 

A mãe do Pedro a minha irmã Lena, sempre se zangava comigo e falava que eu não estava a dar uma boa educação  ao meu filho; mas eu não dei consideração ao que ela dizia. 

Como eu tive uma educação déspota do meu pai, como o meu pai era um homem muito rude e violento eu queria ser diferente com o meu filho.  

Hoje penso:  - Será que a minha irmã deveria ter razão que deveria dar uma educação mais rude para com o Rúben? 

Eu vejo o Pedro ser um menino muito sereno e educado e casou e já teve dois filhos. Não sei se o Pedro é feliz, mas sei que o Pedro pegou o seu primeiro emprego e ele continua lá a trabalhar no mesmo lugar há muitos anos. 

Quando eu vivia com o pai dele, me perseguia com facas, o mesmo acontecia com os meu pais. 

O Meu pai pegava em facas e ameaçava a minha mãe de morte. 
A minha mãe tinha que dormir no meu quarto, nós fechávamos o quarto à chave e ainda colocávamos um móvel na porta pois o meu pai batia com os pés na porta para arrebentar a porta e entrar no quarto para agredir a minha mãe. 

O Tempo


 
É importante o tempo que damos para revelar o que a vida nos deu, nos tirou e o que vivemos! Se não o fazemos os outros vão pensar que estamos escondendo algo com que nos envergonhamos. 

Muitas vezes as pessoas inventam grandes novelas a nosso respeito, estas sim é que procuram esconder algo, sem saberem que existe um divino que viveu em todos os tempos, Ele escutou e viu tudo, Ele sabe fazer justiça e no Seu tempo, quando Ele quiser fica claramente exposto e assim se denunciam os actos iníquos que envergonharão quem o é, quem o foi e  o que fez a tal pessoa. 

Se for necessário recordar a dor eu farei um esforço, mas quanto ao esquecimento para mim é instantâneo. 
Por essa razão eu sou capaz de voltar a ajudar quem me dilacerou. Quando estamos bem, as dores são automaticamente esquecidas. Não há bem que não seja a recompensa daquilo que fomos.

Quando ao mal que passa e entra em esquecimento a nossa fidelidade nos fará recordar, para que a dor seja um ensino, e assim não voltarmos a repetir os mesmo erros.    




Eu detesto despertar com um relógio 
ou com qualquer barulho
Nós temos um relógio divino
 e quando é importante Ele nos desperta!
O relógio do nosso inconsciente toca e nos desperta!
Anunciando que o tempo passa e que existe
algo importante e mais urgente!

 

A voz divina continua insistindo e nos chamando!
Que o dia está chegando!...
Ela diz: repara que o tempo não pára!
Farei desta minha vida um jugo ou um jogo?
Talvez... queria que fosse um divino jogo! 

Porque o acaso é Ele que o proporciona. 

 

®Luz compasso