sábado, 2 de fevereiro de 2019

AJUDAS MONETÁRIAS




Quase todas as pessoas que ajudei monetariamente me traíram e me difamaram!
E isto no preciso dia que o recebiam. 
Isto aconteceu com as pessoas que mais ajudas dei, com os familiares que mais precisaram e precisam de mim. 
Filho e conhada irmã do meu Ex-marido. 
Ao longo destes ultimos 30 anos.

Elas me deram algumas lições. 

Outras me disseram isto:

Demónios são os que têm dinheiro e dão sem esperar nada em troca.
Santos são os desgraçados que nada têm, que não se sabem governar e que roubam para dar!



 O meu dinheiro tem asas, 
mas nunca me deu asas!
Ajudo, mas continuo com as mesmas amarras
 como no tempo em que pouco ou nada tinha!
Não vou descrever todas as ajudas monetárias que te vou dando gostaria de contar algumas passagens da minha vida; acontecimentos que me marcaram e que me poderiam tornar fria para com as necessidades dos outros. 

Quando me separei do teu pai, pouco tempo depois o negocio da venda de vestuário entrou em crise. 
Um dia me ofereceram um trabalho para vender géneros alimentícios.  
Estava a iniciar esse trabalho e ainda tinha poucos clientes, estava sem dinheiro e a gasolina para chegar ao cliente era muito pouca. 
A casa dos teus avós ficava a poucos quilómetros e resolvi parar em casa deles para vender uns Iogurtes que era um alimento que a tua avó gostava.
Ela não tinha nenhum la geladeira, no entanto se recusou a comprar alguns iogurtes para eu chegar às bombas de gasolina e poder chegar ao cliente e receber o dinheiro deles. A tua avó, não apenas se recusou a me ajudar na compra de alguns iogurtes, como me tratou mal. Sai de casa dela com o coração despedaçado e fui devagarinho com o carro na reserva até chegar ao cliente e ainda deu para chegar às bombas de gasolina. 
Nunca tive ajudas dos teus avós, no entanto quando eu dizia que eles ajudavam as tuas tias a tua avó respondia-me:

As tuas irmãs merecem, estão bem e sabem lutar, tu estás sempre mal nunca mais compões a tua vida. Significava isto que nada deveriam me ajudar para eu sózinha sem ajudas poder me governar.

Será que eu deveria te fazer o mesmo? Recebeste tantas liçoes dos teus avós! O que eles te ensinaram de bom?
Que boas influencias tiveste no tempo que estiveste com eles?
Isso entrará em outra história que vou contar aqui.
- Se os teus avós fossem vivos e soubessem os milhares que cada mês tenho gosto contigo o que diriam?

Uma expressão do teu pai.

Quando me separei do teu pai, ele disse para ao advogado:

 - Nem pense pedir-me alguma pensão para o filho pois ela sabe se governar melhor que eu!

Era eu que estava a pagar o advogado e nunca pensaria em pedir-lhe um tostão. 

Tu sabes que ao longo destes anos teu pai nunca te deu um tostão.

Um dia quando eras criança e foste com o teu pai ao parque de diversões andar na Montanha Russa ficaste sem as reservas que eu te tinha dado. Pediste ao teu pai emprestado e ele quando chegaste a casa pediu que tu lhe devolvesses o dinheiro que te tinha emprestado. Embora tivesse pago aos teus irmãos os seus divertimentos. Compreendo que eles eram filhos de pais com as suas deficiências! 
Tu sabes que eu nunca guardei rancor aos teus irmãos e era amiga das mulheres que o teu pai teve depois da nossa separaçao. 

Quando eu tinha as lojas de confeçao e quando vendia alimentos nunca esquecia dos teus irmãos, os filhos das duas mulheres que depois de mim ele arranjou. 
Cada mês eu os ia visitar e sempre lhe levava presentinhos; roupas para eles, para a mãe deles, queijos, chocolates etc. 
Deus sempre me deu cabeça para ter o suficiente para mim e para dar presentes aos outros.  

Tu trabalhaste com o teu pai nas obras. Um dia quando deixaste cair um lata de tinta ele já não te pagou o ordenado. Estiveste um ano com o teu pai e deixaste de trabalhar com ele pois ele cobrava-te tudo, até os alimentos que lá comias com os teus irmãos da mulher dele. 
 
Mas hoje digo que os bens materiais nada são, nada adianta ajudar as pessoas com eles. 
Isso só me tem causado feridas profundas!

Só me arrependo de ter sido escrava de todos! 
Me arrependo porque existem outros bens para os quais não tenho dado o meu tempo, a minha vida! 

Mas ainda estou a tempo de rever o meu modo de me conduzir!   





Porquê não evitar molhas e resfriados desnecessários 
se tenho um bom carro para me levar ao meu destino? 


Despertar

Vencendo a luta contra a pagina em branco! 

A minhas experiências e os meus métodos!


Hoje vos contarei cada uma das minhas experiências dos progressivos despertares espirituais. 
Nada melhor para vencer uma luta que tenho vindo a travar com tantos caminhos para decidir trilhar, do que repentinamente se reconhecer a nossa missão. 
Não que não o Ser divino não me tenha insistentemente manifestado. 
Mas existem alturas cruciais e definitivas. 

Uma delas a mais importante foi no ano de 1992 dia 26 de Março um dos meus mais famosos Despertares.  
Aqui vou contar muitos milagres e acontecimentos que me levaram ao Despertar para o dialogo com o Ser divino. 

Este blog se chama Despertar Refúgio pois foi devido a uma decisão de fazer um retiro do mundo que o dialogo com o Ser divino veio a acontecer. 

Desde então Ele me tem vindo a alertar que devido aos acontecimentos eminentes para a entrada de uma nova era, será necessário criar Refúgios divinos para aqueles que pretendem sair deste mundo calamitoso. 

 E existem inúmeros modos de criar Refúgios divino!!

SOBRE O LIVRO

                                        O Vórtice de Ascenção aos 3º céus

           
                                                        Extraído do livro:  
                  
                                  Pétalas de Minh'Alma ; Externando a Esfinge

Cronicas de uma sacerdotisa que desvendarão mistérios e enigmas hermeticamente fechados durante séculos,
e que neste terceiro milénio virão a exalar fragrâncias. 


Envolvida num vórtice.

Como já escrevi antes, o dia da grande decisão de mudança foi quando estava numa aldeia próximo de Ericeira no ano de 1992.

No dia 26 de março de 1992 fiz um pacto com o Ser divino de seguir instruções d’Ele a cada passo que dava. Cumprir esta jura teria que depender da decisão divina de me responder de modo claro e inteligível quando eu O consultasse.

Foi a partir desta altura que o divino começou a responder prontamente aos milhares de questões que constantemente eu Lhe expunha.

Os nossos diálogos foram ficando cada dia mais assíduos e claros. O processo envolvia muito estudo e a minha evolução foi lenta, pois embora o desejo de mudança fosse sério, encontrei muitos obstáculos que me desviavam do retiro necessário para me concentrar nos estudos. Contudo, fui galgando os obstáculos de uma forma prodigiosa, pois o vislumbre do diálogo com o Ser divino me dava bastante coragem.

Eu estava separada do pai do meu filho e meu filho estava com os avós. O facto de por um tempo me encontrar sozinha, deu-me a liberdade de me descartar das responsabilidades materiais; até ao ano de 1992 tinha estado envolvida em vários negócios na indústria e comércio da moda.

Tinha a intenção de largar tudo repentinamente, mas estava demasiadamente envolvida no mundo dos negócios e, para os abandonar, também era necessário tempo e muita orientação de um Ser omnisciente.

Eu estava no inicio desse diálogo, havia milhares de interrogações a Lhe fazer; tanto sobre os assuntos espirituais como do mundo. Para largar aquele mundo, seria necessária muita sabedoria, tanto do mundo em que eu estava envolvida, como do que seria a minha missão a partir daquele ano.

Eu estava completamente só sem aconselhamento de pessoas. Eu estava a começar a entender um Ser que se apresentava com manifestações que me eram estranhas. Embora ao longo de toda a minha vida eu sempre tenha recebido mensagens divinas, eu desconhecia que o ser divino pudesse estar tão presente e com meios surpreendentes.

Eu não ousava Lhe pedir manifestações extravagantes, mas Ele sempre me surpreendia de diferentes e maravilhosos modos. Talvez o fizesse porque eu precisava saber que era realmente Ele, para ter coragem de tomar decisões que de outra forma não tomaria.

Um momento estonteante.


O ano de 1992 foi de estudo e de largar as responsabilidades materiais. Estava num retiro quase constante. Entreguei mercadoria, entreguei carros que ainda estava a pagar e casas. Eu tinha uma casa que era do meu pai, embora fosse eu e o meu ex-marido quem ajudou os meus pais a construir.

Quando larguei os negócios para me dedicar ao estudo e à escrita, o meu pai ficou muito zangado. Eu fui viver para essa casa para não ter responsabilidades de pagamentos. Mas meu pai não me deixou lá ficar muito tempo. Ele queimou todos os cadernos que eu estava escrevendo e me mandou embora da casa. Eu ia ficando, mas um dia ao pôr do sol meu pai me expulsou da casa.

Eu não sabia para onde ir e parei no pinhal perto da casa falando com o divino para me dar uma indicação do caminho que iria tomar, pois eu tinha vergonha de procurar alguém para me dar alojamento. As pessoas conhecidas não entendiam por que razão eu repentinamente deixara os negócios para me ocupar apenas da escrita.

Nesse dia eu seguia um caminho da floresta. Mas parei falando com o Ser que sempre me respondia, não conseguia respostas, não conhecia uma solução para a minha situação. Estava ficando com o cérebro sonolento e ia me assentar na mala que trazia. Mas repentinamente eu vi tudo girando ao meu redor. As árvores estavam girando, a mala estava girando e via outros objetos, móveis, carros que eu tinha tido, roupas, as casas, tudo girava ao meu redor.

Essas coisas foram dispersas para longe e eu comecei a ser elevada e entrei no espaço. Até que alguém me disse:

Ultrapassaste a fronteira e entraste nos terceiros céus, lugar onde habitam os seres divinos que são eternos e onde está o trono do Criador. Eu não via imagens nenhumas, apenas sabia que tinha entrado nos terceiros céus porque essa era a mensagem que vinha a mim sem voz e sem imagens.
Então eu perguntei:

- Qual a minha missão? Que rumo a minha vida vai tomar?
- A tua missão é a escrita!

- Mas as pessoas não me entendem e não vão acreditar!
- Tens que falar a quem eu te enviar; não é a todas as pessoas que o teu coração escolhe. Se insistes em falar a quem não te enviei, essas pessoas irão te trazer calamidades, pois junto deles irás seguir os interesses dos que ainda não estão preparados para usufruir da sabedoria divina.

- Lembra-te sempre disto: a tua inserção num grupo com o qual te identificas será a base da vossa sobrevivência e do teu desenvolvimento espiritual.

- Mas Tu disseste para eu não seguir nenhum grupo religioso.
- Tu vais criar um Refúgio, pois algo ameaçador se aproxima.
- Como vou fazer isso? Eu estou sozinha sem os meus irmãos espirituais!
 - Vais encontrar pessoas que te vão ajudar. O meu espirito reunirá os reis do Nascente do Sol. Sereis os construtores das Cidades Divinas. 
- Onde estão as Cidades Divinas e qual o caminho para lá?
- É na Terra e sereis vocês que as irão construir, Eu estarei lá construindo convosco!  

Neste momento eu comecei a observar na Terra uma construção de paredes que estava sendo feita com muita rapidez. Mas eu não via pessoas a construir. Eu só via os instrumentos das obras, sem mãos humanas, eram os seres espirituais que estavam construindo.

Eu perguntei: Como encontrarei o caminho para esta cidade? Para onde vou viver?
- Durante algum tempo irás viver na cidade dos iníquos. A tua missão é retirar os teus irmãos dessa cidade para eles não serem mortos, pois ela vai ser destruída. 
As imagens mudaram e eu observei-me numa missão de resgatar pessoas doentes. Elas estavam nas suas casas nessa grande cidade e eu caminhava com uma pessoa que era o meu marido. Eu caminhava apressadamente à frente dele e o meu marido ia atrás de mim. Eu entrava nas casas e retirava para fora as pessoas que estavam doentes.

Essas pessoas que estavam mal corriam para fora da cidade e entravam num refúgio. Ao sair das casas cá fora havia alarmes de que se aproximavam guerras ou calamidades naturais. Era para anunciar essas calamidades todas juntas que as sirenes tocavam.

- A cena mudou e eu estava de novo nos terceiros céus dialogando com Deus.
Eu me vi voltando à Terra, ao lugar onde estava, e perguntei:

 - O que farei eu sem ter uma casa para estudar Contigo? Meu pai irá expulsar-me de novo da sua casa?
- Não irás voltar para a casa do teu pai. Mas um dia essa casa será tua e irás usar a casa para nela os teus irmãos virem à minha escola estudar. 
- Ela não será minha, mas sim das minhas irmãs! O meu pai disse que era tudo para elas e que me iria deserdar!
- Isso não acontecerá! Não é dessas coisas que deves te preocupar, pois terás tudo o que precisas, terás muito mais do que o suficiente para a tua missão!

A tua única preocupação é estudar Comigo, na minha escola, para depois poderes ensinar aos teus irmãos. Mas presta bem atenção ao que Eu te digo, pois nem a todos podes ensinar. Se ensinas os Meus segredos aos seres iníquos, eles os vão usar mal para tua calamidade. Chegará o tempo em que todos poderão aprender na Escola da minha Luz, mas não é agora. Eu te garanto que o tempo passará e te darei vida para veres o cumprimento destas Minhas promessas.

Agora vais regressar, olha para trás e vê o que fizeste até hoje! Repara nas tuas restrições, por causa de todos esses temores. Não permitas que pequenos inconvenientes te impeçam de agir, apenas deves ser mais disciplinada e Me consultar atempadamente para saberes com clareza o alvo que deves atingir. Alguma coisa te fez vaguear ao longo destes últimos anos?

Então agora repara como o teu horizonte é muito mais amplo! Regressa como quem liga o motor de uma poderosa nave e tu agarras firme o volante e carregas no acelerador!
Já conheces os Meus sinais e a estrada. Podes viajar às escuras se for necessário! Mas que mais nada te impeça de continuar essa tua viajem. Aproveita todos os conhecimentos e todas as oportunidades! Conserva a atenção todo o momento! Que temes? Agora mais que nunca compreendes, e também sabes que a tua perspetiva se apresentará cada vez mais abrangente. Eu te ensinarei a iniciar obras excelentes, serve-te de toda a energia que te dou e não amaines os teus ânimos até que as completes.

Então eu senti que estava num carro celestial que me conduzia à Terra. 

De novo estava no pinhal perto da casa do meu pai, já era noite, não sei quanto tempo tinha passado, naquele tempo não havia telemóveis. O pinhal era muito cerrado de árvores e eu quase não via o caminho; andei uns passos em direção à estrada principal, de repente encontrei à minha frente uma cabana abandonada. Entrei nela e pensei dormir ali. Fiquei ali algum tempo e tive a ideia de voltar à casa do meu pai e retirar algumas coisas de lá para poder dormir mais confortável o resto da noite na cabana. Consegui retirar as coisas essenciais sem o meu pai dar conta que eu lá tinha voltado.

O outro dia de manhã cedo segui a minha viagem pela auto estrada principal para pedir boleia para ir para Lisboa e lá procurar ajuda de algum amigo. Mas também pensava que poderia ir para o Porto. Não estava a saber qual o conselho divino do rumo que iria tomar e comecei a chorar. Eu levava a mala chorando e andando. Poucos minutos depois parou um carro ao meu lado perguntando se eu precisava de ajuda. Eu olhei e como vi que era um homem respondi:

- Eu não sei se posso pedir-lhe ajuda, é que eu não sou prostituta!

Ele lá dentro do carro respondeu:

Ó minha senhora eu seu que não é prostituta, as prostitutas não andam a caminhar pela estrada com uma mala e a chorar! Eu perguntei para onde o senhor ia, ele respondeu que ia para Lisboa. Eu aceitei ir com ele. 
No caminho eu contei algumas coisas sobre a minha vida. 

Aquele senhor não me deixou ir para lado algum, ele me ajudou a arranjar uma casa e um trabalho numa editora e distribuidora de livros.

Nota: 

Ao longo dos anos várias outras experiências parecidas tenho tido.

Há dois anos atrás levaram-me para o hospital. Quando cheguei ao hospital não me sentia mal, mas embora estivesse bem tive que contar aos médicos que tudo começou ao ver um vórtice ao meu redor. Não contei o que aconteceu depois disso.
O medico respondeu que tinha uma Labirintitite, mas os sintomas que eu li sobre a doença são puramente físicos e diferentes do que me aconteceu.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Questões ao Serd ivino


Expor mil questões a Deus passou a ser a minha prioridade na vida!
Desde o ano de 1992 que ficou assente que a descoberta de um método de diálogo com o Ser divino era demasiado precioso para se ocultar ou não desenvolvermos sobre ele uma séria investigação. 
Continuaremos a fazer as mais diversas perguntas, verificando que as respostas são claras e passaram a ser constantes, jamais poderá continuar a acreditar em meros acasos.
Estes diálogos tornaram-se sincronias entre o seu desejo de conhecer o pensamento divino e o d'Ele querer responder.
Qualquer pessoa pode testar e verificar, pois aqui não se trata de uma coincidência acidental, ou de apenas palavras, mas depois também surge o acontecimento.
Sincronismo é um conjunto de ações sucessivas que o tempo não muda mas confirma.
Você só deve acreditar que as respostas estão bem interpretadas se o acontecimento o confirmar.
Que os humanos se unam no estudo dos métodos de diálogo entre nós e Ele!
Note o quanto este assunto é demasiado importante. Toda a informação que vier diretamente d'Ele, para nós, é o fruto da Árvore da Vida.  Deus pode devolver-nos o fruto da Árvore da ciência da Vida que nos foi tirada desde o Éden.
As respostas obtidas, os sonhos que depois passaram a ser muitos, o vão inspiravar a escrever frases. 
Você poderá contribuir e as enviar para as colocarmos nos nossos sistemas aleatórios.
Comece a divulgar às pessoas o que sabe, incentive-as para que façam as suas experiências consultando-O e milhares também conseguirão respostas claras. Ficará maravilhado como as suas frases darão ajuda a muitos. Assim como as respostas que todos no nosso dia a dia vamos criando.
Continuaremos a construir uma base de dados com um interminável número e verá como os sistemas aleatórios são para si uma fonte inesgotável de proteção divina.
Criámos um clube de escrita, para registar as vivências de todos O seu legado tem um valor imensurável ao se preocupar com o estudo da escrita vinda de um Ser que passamos a verificar estar omnipatente para toda a Humanidade
Uma vez que esta interlocução se inicie, é importante mantê-la e que as pessoas se reúnam nesta investigação e no conhecimento da parte d'Ele.
Depois de milhares de perguntas e respostas claras iremos entender o pensamento divino e descobrir que são muitas as coisas que as pessoas nos ensinaram, mas que Ele não aprova. E que são ou foram muitos os nossos equivocos.
Quando os avisos d'Ele se fazem por palavras, o sofrimento torna-se cada vez mais escasso. Ponderando com Ele, conseguimos vencer melhor todos os obstáculos.
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sábado, 19 de janeiro de 2019

AS 3 REGRAS QUE...





A meu ver existem três regras que nos fazem úteis para o mundo e prolongam a nossa vida e nos fazem alcançar a nossa missão; são as seguintes:

1º Regra: Nada sabemos!

- Reconhecer as nossas falhas e falta de sabedoria:
Lembrar a frase:
“Só sei que nada sei” ou
“só sei uma coisa, é que nada sei”. O que quer dizer que quanto mais aprendemos na escola da vida, mais conscientes estamos que muito pouco sabemos.
Ou também que:
“Não podemos saber nada com certezas absolutas!”
É neste estado de consciência que constantemente e sofregamente estamos procurando a sabedoria, mas ainda assim não a conseguimos achar em lugar algum.  
Quando isto se reconhecer, não estaremos julgando ou acusando os outros.
Quando não julgamos nem acusamos os outros e procuramos identificar as nossas lacunas, iremos entender que para cada acontecimento existiu uma causa originada pela nossa ação.
Ao procurarmos reconhecer o nosso erro, estaremos ocupando o nosso espaço mental a raciocinar como mudar, dando passos largos para um aperfeiçoamento e entendendo as nossas vivencias diárias. Isto será útil para não repetirmos os mesmos erros e reduzirmos os sacrifícios.

 2º Regra - Decisões precipitadas!

Evitar fazer decisões sem antes procurar escutar os mais variados conselheiros. O arco-íris é lindo porque tem cores diferentes e harmoniosamente unidas. Procure conhecer pensamentos contraditórios.
É importante fazer uma dialética, o que é, para a maioria, um exercício bastante difícil. Isto significa tentar pensar de várias formas contraditórias. Assim o nosso cérebro irá se tornar muito criativo na resolução de problemas difíceis e acaba por encontrar uma solução inesperada, que nunca iria encontrar ao deixarmos formatar o cérebro com apenas um raciocínio: geralmente o inicial é sempre irreal. Quando só conseguimos raciocinar de uma forma ou se tivermos dificuldade em escutar os outros ou em criar pensamentos contraditórios aos iniciais, quase sempre os primeiros raciocínios se originam dos mitos, as ações passam a ser robotizadas e nossas práticas se tornam obsessões.  
  
3º Regra – Cuide-se e fuja da escravidão!

Você é humano ou robô inserido num sistema criado por alguém? Se não o quer ser, então é importante fazer constantes retiros para cuidar da mente e do corpo.
- Fazer uma dieta mental e física.
 - Comer muitos alimentos crus e também não comer sempre os mesmos alimentos.
- Pense que grande parte dos alimentos ingeridos são como drogas viciantes. Então é preciso interromper, fazer uma pausa para que o nosso organismo não fique cansado de se defender das agressões que a nossa alimentação lhe está causando.
Assim também existem constantes agressões à nossa mente. Pense sozinho, sem escutar discursos, televisão, radio, publicidade. Faça um bloqueio regular aos e-mails publicitários que só o fazem perder tempo.
Fuja de seguir as multidões. Seja diferente, faça algo diferente, não se meta em bandos, mude de trajeto ou siga caminhos diferentes!
Fuja das influências do mundo, do consumismo e da ideia que os projetos materiais lhe trarão felicidade.  Não seja como os bruxos adivinhos do futuro. Pense que repentinamente tudo muda e que tudo é incerteza. Esteja em constante preparo para uma repentina mudança.
- Não seja escravo do mundo. Seja minimalista, pois você não precisa de tudo o que a sua mente lhe pede: tanto no campo material, como no intelectual ou no espiritual. Selecione o conhecimento; é muito vulgar de todos os lados aparecerem conhecimentos querendo entrar na sua mente e depois não lhe sobra espaço mental para raciocinar sozinho.    
Não faça despesas nem assuma compromissos que depois vai ser difícil os abandonar e que o vão sacrificar por muitos anos.  

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Palavras de Crianças! Borra Botas!


         Educando a criança a agir diante dos outros...



Meus pais estavam em pé de guerra e a todo instante se agredindo um ao outro.  

Nós tínhamos um pequeno jardim que meu pai gostava de cuidar.

Vivíamos em Moçambique, eu devia ter uns 5 anos e escutei minha mãe zangada dizendo:

Lá vem o senhor Borra-Botas!

Eu perguntei porque ela chamava isso ao meu pai, ela respondeu que era porque sempre que voltava do jardim não limpava as botas. 
Mas me avisou para eu não falar disso em frente dele.
Eu sempre tive um grande defeito até hoje: quando estou pensando algo de alguém, fico doente se não digo o que penso.

Eu sempre que olhava para meu pai pensava no nome Borra Botas e sentia muita vontade de dizer isso para ele. Eu me lembro o quanto me refreava de o dizer. Eu comecei a ter medo de me descuidar e dizê-lo porque meu pai iria ficar bravo com a minha mãe.
Meu pai não deixava que nós conversássemos à hora das refeições, a ordem era sagrada:
Todos deveríamos comer em silêncio.

Se alguém abria a boca ele dava um grito para nos calarmos.

Mas eu sempre era a que me descuidava.

Um dia, como sempre, estava toda a família a almoçar em silêncio e eu olhei para meu pai e dei um grito:

Borra Botas!

Neste instante, olhei para a minha mãe e vi que a assustei por lhe ver um semblante aterrorizado!

Mas, meu pai, na vez de se zangar, deu uma gargalhada com o que eu tinha falado, coisa que era quase impossível!
Ele riu porque nos viu todos assustados pensando que meu pai se zangaria com o meu grito.

Mas o meu pai deu esta gargalhada porque nunca imaginaria que essa palavra era para ele e que tinha sido a minha mãe a chamá-lo assim.

Eu gostava muito de ler livros de bonecos aos quadradinhos e ele pensou que esse nome vinha de alguma história que eu tinha lido.

Nunca chegou a saber mais sobre a história e minha mãe não me ralhou e nunca mais me falou sobre o assunto para que eu não voltasse a pensar nele e me descuidasse a revelar algum segredo.